
Na sequência do I Congresso Internacional Entre Textos (I CIET) / VIII Jornadas Pedagógicas da Associação de Professores de Português, realizado a 4 de março de 2026, no Instituto Politécnico de Santarém (em regime híbrido), a revista Palavras convida investigadores e professores a submeterem artigos no âmbito das temáticas abordadas ao longo do encontro:
i. o lugar dos textos (orais e escritos) na aula de Português (PLM e/ou PLNM);
ii. as relações entre o texto oral e o texto escrito em diferentes géneros textuais;
iii. práticas pedagógicas e experiências de ensino centradas na compreensão e produção de textos (orais e escritos).

No contexto da revisão das Aprendizagens Essenciais de Português, a APP organizou um debate, no dia 16 de abril, na sequência do qual enviou, no dia 28, um parecer sobre o processo e os documentos em consulta pública.

Esta semana destacamos a rubrica «Artigos», a rubrica «Consultório», a rubrica «O Ciberdúvidas Vai às Escolas» e a rubrica «O Ciberdúvidas Responde».
No Consultório, examinamos o verbo «pensar» com interrogativa indireta, distinguimos paradoxo e oxímoro e refletimos sobre o termo «aicmofobia».
Nos Artigos, destacamos dois textos: um, de Sara Mourato, sobre as leituras do verbo «fazer» — e outro, de Carlos Rocha, sobre uma «trezena», o sufixo -ena e o mês de junho de Lisboa.

O programa deste curso, ministrado pela professora Sandra Pereira Vinagre, é apresentado deste modo:
«Este curso oferece um aprofundamento do estudo da tragédia grega enquanto forma de reflexão crítica sobre o Homem e a sociedade. Serão visionadas e discutidas releituras contemporâneas de tragédias gregas, mobilizando conceitos dos Estudos de Recepção para compreender de que modo estas obras têm sido reinterpretadas em contextos de crise, como o nacional-socialismo na Alemanha, a ditadura e a crise financeira em Portugal (2010-2014), a “crise” dos refugiados e o conflito Israel-Palestina.
Através da análise da relação entre texto, representação e contexto histórico, este curso propõe uma reflexão sobre os desafios e estratégias de adaptação da tragédia grega e os seus usos políticos e sociais na contemporaneidade.
Será igualmente explorada a articulação crítica destes conteúdos em contexto educativo, promovendo a sua integração fundamentada na prática pedagógica.»

O Plano Nacional de Leitura participa, pelo quarto ano consecutivo, na Feira do Livro de Lisboa 2026, que decorre de 27 de maio a 14 de junho, com uma programação dirigida a leitores de todas as idades.

No âmbito do projeto «História & Estórias Ciganas», de resgate de aspetos da História e da Tradição Oral das comunidades ciganas portuguesas, vai ter lugar no sábado, dia 30 de maio, um seminário na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a partir das 9h30.

Esta semana destacamos a rubrica «Artigos», a rubrica «Consultório», a rubrica «O Ciberdúvidas Vai às Escolas» e a rubrica «O Ciberdúvidas Responde».
No Consultório, examinamos a palavra «gandulo(a)» e a sua origem, analisamos a modalidade epistémica em «reza a lenda que…» e refletimos sobre «pelo» no começo de oração de infinitivo (como arcaísmo).
Nos Artigos, destacamos dois textos: um artigo Miguel Copetto sobre uma língua sem política e os riscos da inércia — e outro, de Inês Gama, sobre a diferença entre «a ver» e «haver».

«O Charlatão» visita a Fundação Lapa do Lobo, depois de ter já viajado pelas ruas e lugares dos concelhos de Nelas e Carregal do Sal, no ano de 2017.

Ana Cláudia Santos é escritora e tradutora. Nasceu em 1984, em Lisboa. Traduziu, entre outros, Giambattista Vico, Carlo Collodi, Italo Svevo, Fleur Jaeggy, Alba de Céspedes e Natalia Ginzburg. É autora de A Morsa – Contos de Inocência e de Violência, e Lavores de Ana.

Esta semana destacamos a rubrica «Artigos», a rubrica «Consultório», a rubrica «O Ciberdúvidas Vai às Escolas» e a rubrica «O Ciberdúvidas Responde».
No Consultório, examinamos o nome «permacrise» e a sua origem, analisamos complementos oblíquos e refletimos sobre pessoas vivas e falecidas numa mesma lista.
Nos Artigos, destacamos dois textos: um artigo de Maria Antónia Coutinho sobre o livro Deixis, Tempo e Narração. Para uma teoria enunciativa da ficção, de Fernanda Irene Fonseca, e outro, de Carla Marques, sobre palavras parónimas com o valor de «desdém» ou «desprezo».

Estão abertas as candidaturas aos projetos «10 Minutos a Ler» e «Clubes de Leitura», dois projetos autónomos do Plano Nacional de Leitura que promovem a leitura por prazer, de acordo com os interesses e os níveis de competência dos leitores.

Aplicando um processo de inversão – usado na xilogravura, por exemplo – no qual se desenha aquilo que está a branco em vez daquilo que está a preto, o artista António Jorge Gonçalves registou paisagens urbanas, clausuras domésticas, deambulações pela natureza, uma seleção atenta de fragmentos na vida quotidiana.

Esta semana destacamos a rubrica «Artigos», a rubrica «Consultório», a rubrica «O Ciberdúvidas Vai às Escolas» e a rubrica «O Ciberdúvidas Responde».
No Consultório, refletimos sobre o verbo «sentar-se» com complemento oblíquo, analisamos uma subordinada relativa explicativa introduzida por «o que» e examinamos a sintaxe de «inédito» e «pioneiro».
Nos Artigos, destacamos dois textos: um artigo da equipa do Ciberdúvidas sobre o louvor da língua portuguesa por escritores e gramáticos e outro com algumas reflexões afetivas sobre o português no Dia Mundial da Língua Portuguesa.

Ler Consigo = eu consigo ler (mesmo que não tenha o português como língua materna), eu leio consigo, contigo, com eles, com elas, sozinho ou acompanhado com alguém. Vamos ler mais com os nossos alunos?
Consulte, no Padlet, a partilha das atividades desenvolvidas no âmbito deste projeto, em 2024/25 e em 2025/26!

No próximo dia 12 de maio, às 18:00, temos convite para o lançamento do livro da Professora Fernanda Irene Fonseca, Deixis, Tempo e Narração. Para uma teoria enunciativa da ficção, na Biblioteca do Fundo Antigo da Reitoria da Universidade do Porto (à Praça Gomes Teixeira).

Nesta oficina, que parte do espetáculo Entrelinhas, com texto de Tiago Rodrigues, Tonan Quito partilha o processo criativo da obra e propõe aos participantes a criação de pequenas composições e situações teatrais, a partir das linhas que conduziram a construção do espetáculo. No sábado, dia 9, na Fundação Lapa do Lobo.

Em 2019, a 40.ª sessão da Conferência Geral da UNESCO proclamou o dia 5 de maio de cada ano como Dia Mundial da Língua Portuguesa.
«Da minha língua vê-se o mar.», diz Vergílio Ferreira. «Na minha língua ouve-se o seu rumor como na de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto. Por isso a voz do mar foi em nós a da nossa inquietação. Assim o apelo que vinha dele foi o apelo que ia de nós.»
Vergílio Ferreira (1999). A Voz do Mar. In Espaço do Invisível 5. Bertrand.

No contexto da revisão das Aprendizagens Essenciais de Português, a APP participou num seminário na Universidade Lusófona, em Lisboa, e no programa Páginas de Português, da Antena 2.

Esta semana destacamos a «Montra de Livros», a rubrica «Artigos», a rubrica «Consultório», a rubrica «O Ciberdúvidas Vai às Escolas» e a rubrica «O Ciberdúvidas Responde».
No Consultório, discutimos sobre «oxalá» e a colocação dos pronomes átonos, refletimos sobre o japonesismo «otaku» e analisamos o advérbio «já» e o contraste entre coordenadas.
Na Montra de Livros, destacamos o livro «Proto: Uma história da linguagem».
Nos Artigos, destacamos dois textos: um artigo sobre a troca gradual da palavra «trabalhador» por «colaborador» e outro sobre a locução «vão de escada».