[EXCLUSIVO SÓCIOS] Provas de aferição de Língua Portuguesa, 4.º e 6.º anos, maio de 2009, parecer

Feitas estas importantes ressalvas, a Direcção da APP considera que ambas as provas em questão se adequam, respectivamente, às exigências do final do 1º e do 2ºCEB, apresentando uma muito positiva diversidade de tipologias textuais, tanto para avaliar a competência de leitura – narrativa, drama, informação-descrição, instruções, índice, artigo de dicionário -, como para avaliar a competência de produção escrita – expositivo-argumentativo, diálogo ficcionado, convite formal -.

[EXCLUSIVO SÓCIOS] Exame de Português, 12.º ano, 2.ª fase, julho de 2008, parecer

Em relação ao II grupo, devemos referir que as questões não suscitam quaisquer dúvidas (apesar de, até ao momento da elaboração deste comentário, ainda não se ter tido acesso aos critérios de correcção) e que aí são testados conhecimentos de funcionamento da língua que constituem conteúdos programáticos do Ensino Secundário.

[EXCLUSIVO SÓCIOS] Formação contínua de pessoal docente em TIC, maio de 2008

No âmbito de um estudo encomendado pelo Ministério da Educação à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa sobre a implementação do terceiro eixo do Plano Tecnológico da Educação, foi solicitada à Direcção da APP a sua opinião relativamente aos dois tópicos abaixo enunciados.

[EXCLUSIVO SÓCIOS] Fichas de Avaliação de Desempenho docente, novembro de 2007

Certos de que uma avaliação formadora, consistente e real do desempenho dos professores constitui um dos muitos contributos necessários para a melhoria dos resultados do sistema educativo, apresentamos as reacções possíveis da Direcção da APP ao conjunto de fichas de avaliação inesperadamente enviado ao SIAP, a 19 de Outubro, pela inspectora-geral Conceição Castro Ramos, presidente nomeada do ainda inexistente Conselho Científico da Avaliação de Professores (CCAP).

[EXCLUSIVO SÓCIOS] Exame de Português, 12.º ano, 2.ª fase, julho de 2007

O principal problema desta segunda fase de avaliação é a grande diferença que apresenta relativamente à primeira fase, facto que, por si só, pode pôr em causa a equidade entre todos os finalistas do secundário e entre todos os candidatos ao superior. Com efeito, alguns itens exigem dos alunos um nível de competência bastante superior ao exigido na prova feita pela maioria dos alunos, em Junho.