Residências artísticas — criar a partir de dentro da aldeia: Antes do festival, artistas e estruturas vivem e trabalham na Lapa do Lobo, criando com a comunidade. O que nasce destas residências — exposições, performances, leituras — encontra-se ao longo do programa e nos espaços da aldeia. No âmbito das residências artísticas, podemos acompanhar as seguintes atividades: exposição «Rostos da Aldeia», pelo fotógrafo Tito Mouraz; instalação «Madrinhas de Guerra, pretendem-se», pela artista Joana Gomes Martins; «Lobito», uma performance pelo artista Zé Pedro Ramos; «Leituras com Coro», uma iniciativa que traz textos de teatro — a partir da Biblioteca Amarelo Silvestre — às diferentes comunidades do concelho de Nelas. As leituras culminam numa discussão à volta do texto escolhido. Sem hora marcada, durante os três dias: Exposições, instalações e atividades permanentes que se encontram a qualquer hora, espalhadas pelos espaços da Lapa do Lobo. Neste âmbito, podemos acompanhar as seguintes atividades: exposição «Rostos da Aldeia», pelo fotógrafo Tito Mouraz; instalação «Madrinhas de Guerra, pretendem-se», pela artista Joana Gomes Martins; «Toalha Poética», pelas bordadeiras do Curso de Bordados da Fundação Lapa do Lobo, em 2012, e que pode voltar a ser apreciada por todos; «Rádio Aldeia Cultural», que emite durante os três dias do festival, com o apoio do Rádio Clube do Dão; percurso-jogo «Uma aventura na Lapa do Lobo», para descobrir a aldeia ao próprio ritmo, em família ou entre amigos; «Aldeia Cultural em palavras», para redescobrir o poder da palavra manuscrita; «Livra-te!», uma Feira do Livro usado; exposição «Desenhar no escuro», pelo artista António Jorge Gonçalves; «Lobito», uma performance pelo artista Zé Pedro Ramos; «Petiscos da Aldeia», no jardim da Fundação Lapa do Lobo. A agenda, com estas e outras atividades e exposições, é extensíssima e pode ser consultada aqui. Fonte da imagem aqui — cortesia da Fundação Lapa do Lobo. O concerto «Rezas e Benzeduras», por César Peixoto, reúne um conjunto de canções criadas a partir de rezas e orações tradicionais. Rezas para afastar a trovoada, o mal-olhado e outras maleitas, ou orações entoadas no início de uma viagem ou no fim do dia. No dia 25 de julho, às 19 horas.